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APÓS OUVIR NOTA INFORMATIVA SOBRE VACINAÇÃO NO MUNICÍPIO, VEREADORES PROMOVE SESSÃO DE PERGUNTAS E RESPOSTAS COM SECRETÁRIA DE SAÚDE E COORDENADORA DO SETOR EPIDEMIOLÓGICO


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APÓS OUVIR NOTA INFORMATIVA SOBRE VACINAÇÃO NO MUNIC...

Após ouvirem atentamente as considerações feitas pela coordenadora do setor de epidemiologia, quanto ao período de vacinação, era hora de os vereadores fazerem seus questionamentos. O vereador Eduardo deu inicio aos questionamentos perguntando qual o porcentual de vacinados até o momento e se a vacinação ocorre por Comunidade ou por PSF. Em resposta, Sirlene explicou que o município trabalha por PSF, pois são os agentes que os levam até a Comunidade e que tem um cronograma, mas que não é divulgado por causa da segurança da vacina. Já quanto ao percentual, segundo ela, é trabalhado com nota técnica que determina que se deve vacinar de tantos e tantos por cento. “Não dá pra falar de percentual, pois cada faixa etária tem um percentual”, disse Sirlene que, em seguida, abriu espaço pra Secretária Layane completar: “Quando a gente fala desse cronograma de vacinação alguns detalhes são importantes. O processo de vacinação é particular, é único, o público é diferente. Tem PSF que tem mais usuários de uma faixa etária e outro de outra faixa etária. Por isso pode haver questionamento do porque fulano vacinou e sicrano não”.

Antes de fazer qualquer pergunta, o vereador Teté primeiro destacou que até a semana passada a situação da vacina estava sendo mal divulgada e que a informação não estava chegando, mas que, naquele instante [da reunião[, estava sentindo agradecido pelas informações que chegaram à Casa, sugerindo, então, que fosse colocado mais equipes de vacina. Quem respondeu o vereador foi a Secretária Layane, que explicou: “Ainda que nós tivéssemos mais equipe de vacinação, vou dizer que seria desnecessário. Nós não temos doses para acelerar a vacinação, ainda que a gente contratasse pessoas para isso, não temos estoque de vacinas. Hoje nós temos 1164 doses de vacina, porém essas doses não são pra vacinar a primeira dose e sim a primeira e a segunda dose”. Após a explicação da Secretária, logo o vereador Luciano, perguntou: “Esse número de um mil e poucas pessoas vacinadas é desde o início da vacinação”? Sim. Refere-se do dia 22 de janeiro até hoje, 13 de abril, afirmou Sirlene.

A vereadora Malu trouxe para a discussão uma indagação quanto à vacinação feita na zona rural que, segundo a parlamentar, teria sido feita pra ela: “Já que a equipe sai pra vacinar na Zona Rural e, chegando lá, vacina três pessoas daquele público alvo e retornam deixando lá mais idosos sem vacinar, está havendo uma perca de tempo e gasto de combustível, sendo que há mais idosos naquela localidade que poderia ser vacinado?”. A Secretária Layane, que voltou a pedir a palavra para responder, ressaltou que isso é mais uma peculiaridade desse processo de vacinação que dificulta o trabalho deles. “Não adianta eu ir lá, aproveitar meu tempo, meu combustível e meu profissional se eu não tenho a dose autorizada para aplicar numa pessoa que às vezes tem um ano de diferença. Eu não tenho dose pra isso, essa é nossa dificuldade”. A vereadora também perguntou sobre o que vem sendo feito com as pessoas que rejeitam ser vacinadas e como o município tem se resguardado quanto a isso. De acordo Layane, foi disponibilizado um termo de consentimento. Esse termo ele deve ser assinado tanto pela pessoa que deseja receber a vacina, quanto a que não deseja receber.

Finalizando o momento de perguntas, o vereador Alan trouxe uma questão de relacionamento envolvendo os Agentes de Saúde. Ao ressaltar que o escritório do vereador é na rua e que toda hora eles são abordados e questionados por alguém, o vereador quis saber como vem sendo avaliado o trabalho dos ACS, em especial aqueles que deixam a desejar quanto as suas reponsabilidades. Em resposta, Sirlene explicou: Nós ainda estamos em meio à campanha [vacinação] e não estamos tendo condições de fazer monitoramento dessa equipe nas ruas. Quem precisa estar atento ao Agente Comunitário de Saúde é o coordenador do PSF - que é o enfermeiro -, pois ele é o elo, é ele quem precisa levar e trazer essas informações.